Com certeza o conflito é um braço do teatro. Sem conflito, sem teatro. Mas não creio que haja necessidade real de uma segunda pessoa em cena para existir o conflito. Não sou fã dos monólogos, não é isso, mas não existe conflito maior que o interno e maior que a nossa própria existência, nossas dúvidas, frustrações e esperanças. Um personagem já tem conflitos suficientes para compor uma novela inteira. Mas haja ator para isso! E esse é o outro ponto: o ator. A maior grandeza do teatro está no ator.
Creio na tríade composta por 1 ideia, 1 ator, 1 espectador. A partir daí, amplifica-se.
É só mesmo uma questão de tamanho...
* Página do livro A Porta Aberta, de Peter Brook. Dele sim, sou fã.
Alexandre Maximino

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